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No Terceiro Domingo do Advento, 13 de dezembro, em sintonia com a abertura das Portas Santas em todas as Catedrais e Santuários do mundo, a Arquidiocese de Ribeirão Preto realizou a Celebração da Abertura da Porta Santa da Misericórdia da Catedral Metropolitana de São Sebastião, em Ribeirão Preto (SP), precedida por uma peregrinação da paróquia São José até a Catedral.
Às 15 horas, reunidos na paróquia São José: o arcebispo dom Moacir Silva; o bispo emérito de Guaxupé (MG), dom José Geraldo de Oliveira Valle, CSS; padres; diáconos; religiosos e religiosas; seminaristas e ao menos 1,5 mil fiéis provenientes das paróquias da arquidiocese, participaram do Rito de Abertura da Porta da Misericórdia presidido pelo arcebispo dom Moacir Silva que contou com as seguintes partes: canto do Hino Jubilar (“Misericordes sicut Pater”), breve exortação sobre o Ano Santo, cântico do Salmo 103, Proclamação do Evangelho (Lucas 15, 1-7) e leitura do trecho da Bula de promulgação do Jubileu Extraordinários da Misericórida ‘Misericordiae Vultus’ (n. 1-3). Em seguida, deu-se início a procissão em direção à Catedral Metropolitana de São Sebastião. Na chegada à Catedral, nas escadarias, o arcebispo, antes da abertura da Porta Santa, proferiu o rito e abriu a Porta Santa, dando continuidade à procissão de entrada até o altar e ao rito da celebração eucarística.
Na Arquidiocese de Ribeirão Preto a única Porta da Misericórdia será a da Catedral, e as paróquias, pastorais, movimentos e serviços poderão se organizar ao longo do Ano Santo para realizar a peregrinação até a Catedral.
Na homilia, dom Moacir destacou o sentido da abertura da Porta Santa e da comunhão com o papa Francisco e a Igreja no mundo inteiro. “Neste terceiro Domingo do Advento, também chamado domingo da Alegria, com alegria, e em comunhão com Santo Padre e com todas as Dioceses do mundo, abrimos a Porta Santa da Misericórdia, em nossa igreja Catedral e por ela passamos para esta celebração eucarística. Disse o Papa Francisco: ‘Entrar por aquela Porta significa descobrir a profundidade da misericórdia do Pai que a todos acolhe e vai pessoalmente ao encontro de cada um. É Ele que nos procura, é Ele que nos vem ao encontro. Neste Ano, deveremos crescer na convicção da misericórdia’ (Homilia na Abertura – 08/12/15)”, explicou dom Moacir.
Ao meditar a Palavra de Deus do Evangelho de são Lucas (Lc 3, 10-18), o arcebispo com base na pergunta feita por várias classes perante a pregação de João Batista – “Que devemos fazer?” – refletiu alguns pontos direcionados aos: padres, políticos, pais e professores e jovens. “Escutando a pregação de João Batista caminhamos para o encontro mais pessoal com Jesus Cristo, neste Ano Santo da Misericórdia, um tempo especial de graças para todos e cada um de nós. Que Maria, Mãe da Misericórdia, nos ajude a viver intensamente o Ano Santo da Misericórdia. Amem”, concluiu dom Moacir.
Antes dos ritos finais, o arcebispo apresentou e leu a “Instrução do Arcebispo para a Celebração do Jubileu Extraordinário da Misericórdia na Arquidiocese”, logo depois, entregou aos Vigários Forâneos em exercício o “Círio da Misericórdia”, estes fizeram a entrega a cada paróquia; e o padre Tiago Nigro, FDCC, representante da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB) Núcleo Ribeirão Preto, entregou o Círio às congregações religiosas. O “Círio da Misericórdia” deverá ser aceso em todas as celebrações paroquiais até o encerramento do Ano Santo da Misericórdia. As paróquias e congregações religiosas também receberam exemplares da Cartilha do Ano Santo da Misericórdia.
Com colaboração, Pastoral Arquidiocesana de Comunicação