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Dom Eduardo Malaspina participou do Encontro da Pastoral Familiar e da Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB em Campinas – SP
Com o tema, “Vida: Dom e Compromisso”, aconteceu no dia 14 de setembro, na Paróquia São Jerônimo, em Campinas, o Encontro da Pastoral Familiar e da Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB. O evento teve como objetivo capacitar agentes para fazer frente às culturas contrárias à vida e à família.
Dom Ricardo Hoepers, da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família – CNBB, Dom Eduardo Malaspina, Bispo auxiliar da Diocese de São Carlos e Bispo referencial da Comissão Regional Sul 1 da Defesa da Vida e, o Padre José Eduardo de Oliveira e Silva (Diocese de Osasco), discorreram sobre temas e ações pró-vida e pró-família, propiciando aos participantes uma visão atual de temas ligados à defesa da Vida e da Família.
Também estiveram presentes sacerdotes,  lideranças de movimentos e serviços pela vida e família de diversas Dioceses do Estado de São Paulo.
A Pastoral Familiar e a Comissão em Defesa da Vida fazem parte do conjunto das pastorais da Dimensão para o Laicato, Vida e Família da CNBB.
Como recorda o Documento de Aparecida, toda diocese se requer uma pastoral familiar ‘intensa e vigorosa’, para proclamar o evangelho da família, promover a cultura da vida e trabalhar para que os direitos das famílias sejam reconhecidos e respeitados. (cf. 435 DA).
Dom Eduardo Malaspina foi eleito bispo referencial do Regional Sul 1 para acompanhar esta Comissão nas Dioceses do Estado de São Paulo.
O bispo aproveitou para falar ao site do Regional Sul 1 sobre esta nova missão que lhe é confiada nesta comissão. “O meu desejo, como bispo referencial da Comissão em Defesa da Vida, é dar prosseguimento a todos os trabalhos que já vem sendo realizados por pessoas tão valiosas e sensíveis a esta causa; mas também suscitar nas dioceses que ainda não tem a Comissão Diocesana a sua criação e o andamento dos trabalhos em Defesa da Vida.  A minha colaboração será em colocar sempre em pauta a discussão sobre os valores e o respeito à vida compreendida em sua amplitude: concepção, nascimento, desenvolvimento e morte.  A grande crise que a sociedade tem vivido é a instrumentalização ou o utilitarismo acerca da vida. Essa realidade tem gerado um grande vazio existencial nas pessoas. Devemos lutar contra toda essa cultura de morte”, destacou.