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Um momento inesquecível na vida da Igreja Particular de Santo André e para aqueles enviados em missão! Em plena vigência do 8º Plano Diocesano de Pastoral (2018-2022), 16 novos diáconos permanentes foram acolhidos pelo Clero da Diocese de Santo André, ao serem ordenados para o ministério diaconal na tarde de domingo (12/12), durante a celebração eucarística da Festa de Nossa Senhora de Guadalupe e do III Domingo do Advento presidida pelo bispo diocesano Dom Pedro Carlos Cipollini, na Paróquia Sagrada Família, no Jardim do Lago, na Região São Bernardo – Anchieta.

Cerca de mil pessoas estiveram presentes na solenidade de ordenação diaconal, entre elas, os membros da diretoria da Escola Diaconal: Dom Pedro Carlos Cipollini (presidente); Pe. José Pedro Teixeira de Jesus (diretor), Diác. Wagner Innarelli (vice-diretor); Diác. José Carlos Júnior (secretário) e o Diác. Everson Neves Mendes (formador), além de diáconos, padres, seminaristas, amigos, esposas e familiares dos recém-ordenados diáconos permanentes. O Coral Diocesano de Santo André, com o maestro Diego Muniz e alguns integrantes, conduziu a parte musical da celebração.

Com os 16 ordenados neste domingo, a diocese passa a contar com 48 diáconos permanentes ativos em todo o território diocesano, composto pelas sete cidades do Grande ABC (Santo André, São Bernardo Campo, São Caetano do Sul, Mauá, Diadema, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra).

Sete direções para a solidariedade
“O diácono é o ministro da alegria e da solidariedade. O diácono anuncia a vitória de Cristo e a alegria de amar e de servir como Jesus o fez. Sejam homens de Deus, homens da solidariedade”, disse Dom Pedro, ao falar da atuação do ministério diaconal na Igreja, agradecer o apoio das famílias e projetar uma Igreja cada vez mais do serviço na evangelização e na promoção humana.

“Ser solidário é dizer não à cultura do descarte; é dizer não à globalização da indiferença; é trabalhar para construir a paz; servir sem interesse de lucro, significa entrar em relação com quem está em estado de necessidade; é acompanhar e não se contentar em deixar o pobre assim como está; é defender, reconhecer e acolher os pedidos de justiça e esperança; por último, ser solidário é também saber chorar. “Chorar com os que choram”, como diz o Apóstolo Paulo, e “Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados” (Mt 5,4), diz Jesus Cristo. Cristão não pode se submeter a um tipo de sociedade que esqueceu a experiência do ‘chorar’ “, enfatizou o bispo, ao apontar sete direções para uma vida ligada à prática da solidariedade.

Confira a notícia na íntegra no site da diocese de Santo André

Fonte: Site da diocese de Santo André