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Diocese de Limeira recebe relíquia de São José de Anchieta

Pe Tadeu ao lado de Dom Vilson apresenta a relíquia aos fiéis (2)_reduzidaAo final da celebração de Corpus Christi, desta quinta-feira (19/05), na catedral Nossa Senhora das Dores, na Diocese de Limeira, todos os presentes tiveram uma grata surpresa apresentada por Dom Vilson Dias de Oliveira, DC, bispo diocesano.

Dom Vilson entregou ao Pe. Benedito Tadeu Rosa, pároco e cura da catedral,  uma relíquia de São José de Anchieta.

A relíquia, um pequeno pedaço do fêmur, foi doada pela Casa Geral dos Padres Jesuítas, em Roma e havia sido solicitada por Dom Viilson quando ele esteve em Roma, por ocasião da Canonização de São João Paulo II e São João XXIII, em abril.

Segundo padre Tadeu, a relíquia, que veio acompanhada de um certificado de autenticidade escrito em latim, deverá ficar em um local específico (um relicário), especialmente preparado para que os fiéis e devotos de São José de Anchieta possam venerá-la. Até essa definição se concretizar, ela será exposta em momentos pontuais.

A celebração de Corpus Christi, que já havia acontecido num clima de muita devoção, ganhou mais um momento de fé. Todos puderam tocar a relíquia e fazer suas orações a São José de Anchieta.

Na catedral já existe, há muitos anos, uma imagem de São José de Anchieta. Trata-se de um vitral, localizado na parede da frente da igreja. Para quem fica de frente para a catedral, é o vitral localizado ao lado esquerdo.

São José de Anchieta
No fia 27 de fevereiro de 2014, o Papa Francisco anunciou que o Padre Anchieta seria canonizado em Roma, em abril de 2014. Após um processo de canonização de mais de 400 anos, o decreto foi assinado no dia 3 de abril de 2014. No dia 24 de abril foi realizada a cerimônia de Ação de Graças, presidida pelo Papa, realizada na Igreja de Santo Inácio de Loyola de Roma.

O processo de canonização durou 417 anos e foi um dos mais longos da história. Não foi necessário a comprovação dos milagres, normalmente pelo menos dois, um para a beatificação, outro para a canonização. No dia 3 de abril de 2014, o Papa Francisco assinou o decreto que proclamou a santidade do Padre Anchieta. Segundo a “Brasiliana da Biblioteca Nacional” (2001) “o Apóstolo do Brasil”, fundador de cidades e missionário incomparável, foi gramático, poeta, teatrólogo e historiador. O apostolado não impediu Anchieta de cultivar as letras, compondo seus textos em quatro línguas – português, castelhano, latim e tupi, tanto em prosa como em verso. (fonte: wiki)

Marco Antonio Erbeta, Assessoria de Imprensa Diocese de Limeira.

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