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“Dia Mundial dos Pobres: Papa Francisco chama a atenção aos mais necessitados.”

Instituído pelo Santo Padre, o Papa Francisco em 2016, ontem, celebramos em todo o mundo o Dia Mundial dos Pobres.

Celebrado aos 33.º domingos do Tempo Comum, o Papa recorda que o apóstolo Paulo dirige-se aos cristãos de Corinto para fundamentar o seu compromisso de solidariedade para com os irmãos necessitados: “Jesus Cristo fez-Se pobre por vós” (cf. 2 Cor 8, 9).

“Este dia pretende estimular, em primeiro lugar, os crentes, para que reajam à cultura do descarte e do desperdício, assumindo a cultura do encontro. Ao mesmo tempo, o convite é dirigido a todos, independentemente da sua pertença religiosa, para que se abram à partilha com os pobres em todas as formas de solidariedade, como sinal concreto de fraternidade”, explicou o Pontífice na época.

Desde então, instituições religiosas, leigos e pessoas de boa vontade em todo o mundo têm voltado os olhares para os menos favorecidos. No Brasil, nos primeiros anos, a CNBB confiou a animação e a mobilização do Dia Mundial dos Pobres à Cáritas Brasileira, que já realizava a Semana da Solidariedade. A partir da III Jornada Mundial dos Pobres, as Pastorais e Organismos Sociais ligados à Cepast-CNBB assumiram coletivamente a animação e mobilização da data.

Vaticano

No Vaticano, A Sala Paulo VI se tornou um grande refeitório para acolher cerca de 1300 pessoas que recebem assistência de instituições católicas, como a Caritas de Roma, Comunidade de Santo Egídio e Associações Cristãs de Trabalhadores Italianos (Acli). Trata-se de uma tradição do Dia Mundial dos Pobres, cancelada nos últimos dois anos devido à pandemia e retomada neste ano de 2022.

 

 

 

Nas Arqui(Dioceses) de São Paulo

Em todo o mundo foram testemunhadas muitas ações de caridade. No Brasil, onde 29,4% da população vive na linha da pobreza, várias Arqui(Dioceses) participaram deste dia, atendendo o clamor do Papa Francisco em prol dos mais vulneráveis.

 

É o exemplo da Arquidiocese de São Paulo, na Região Episcopal Belém, especificamente na Paróquia São Miguel Arcanjo onde foi realizado um almoço para o povo de rua. O evento contou com Dom Cícero Alves da França, bispo auxiliar da Arquidiocese e também com o Padre Júlio Lancellotti, vigário episcopal para a Pastoral do Povo da Rua.

 

 

 

 

 

 

                                               

 

Já na Diocese de Mogi das Cruzes, no Alto Tietê foi realizado um almoço com os pobres em parceria com a Cáritas diocesana, Sociedade de São Vicente de Paulo, Grito dos Excluídos, Fraternidade O Caminho em união com as Paróquias.

                                             

 

 

 

 

 

                                                                

Para a Diocese de Mogi das Cruzes, a parceria entre as entidades e movimentos católicos já almeja outros momentos para o mesmo fim.

 

 

 

 

 

Já na Diocese de Jundiaí, confrades e consorcias da Conferência Vicentina, agentes das Pastorais Sociais e demais fiéis da paróquia São Sebastião, praticaram o gesto concreto com a preparação de mais de 470 refeições, entregues às famílias atendidas pela Conferência Vicentina e pela Pastoral da Solidariedade.

 

 

 

Ambos os eventos contaram com dezenas de pessoas como em todo o estado, a participação sempre é muito grande devido à complexa realidade do país.

Desta forma, é importante como igreja, a nós cristãos, o olhar misericordioso de Cristo para com os nossos irmãos mais pobres através dos movimentos e ações pastorais com gestos concretos.

Continue participando destas ações em sua comunidade!

Créditos:
Texto: Adaptação site CNBB Nacional, Vatican News
Fotos: Fernando Arthur (Região Episcopal Belém)
Gilson Sene Rodrigues (Diocese de Mogi das Cruzes)

Reinaldo Oliveira (Diocese de Itapeva)  e Site Vatican News