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Com Cristo na barca das Urgências Pastorais

nelsonO 7º Plano Diocesano de Pastoral (PDP) está em sintonia com as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil / 2011-2015 (DGAE), com o Ano da Fé e com o último Sínodo dos Bispos sobre a Nova Evangelização para a transmissão da fé cristã.

O que se espera agora de cada um de nós, de cada Paróquia, de cada Comunidade eclesial, de cada Pastoral, de cada Movimento, de cada Organismo, de cada Associação e das Novas Comunidades é que nos empenhemos em estudar o PDP, conhecê-lo e colocá-lo em prática.

Somos interpelados a fazer caminhar as Propostas escolhidas e a ser fiéis às orientações dadas pelo Plano. Assim sendo, nenhum paroquiano fique sem conhecer o 7º Plano. Em todos os recantos de nossa Diocese ressoem as Propostas assumidas na 9ª Assembleia Diocesana de Pastoral. Portanto, que o Plano não fique só no papel! A partir das Propostas escolhidas para cada Urgência Pastoral, insiste-se em que se aplique o Plano da melhor maneira possível.

Ciente do grande entusiasmo reinante no coração de todas as lideranças pastorais da Diocese, alimento a firme esperança de que o 7º Plano nos levará mais e mais a uma verdadeira conversão pastoral.

“No processo de evangelização, o testemunho é condição para o anúncio. A própria comunidade cristã precisa ser ela mesma anúncio, pois o mensageiro é também Mensagem. Os mensageiros de Jesus Cristo são, antes de tudo, testemunhas daquilo que viram, encontraram e experimentaram” (DGAE, 76).

Só quem fez a experiência do encontro pessoal com Cristo e o Reino de Deus, é capaz de testemunhá-Lo e anunciá-Lo de pessoa a pessoa e, em comunidade, até os confins da própria Paróquia e da Diocese.

Outro fator insubstituível em nosso trabalho pastoral e na consecução de nosso Plano é o testemunho da unidade na missão. Sem a vivência da unidade e da comunhão, não suscitaremos o fascínio por Jesus Cristo e nem adiantaria trabalhar a noite inteira (cf. Lc 5, 5). Por isso, é preciso dar as mãos e o coração aos que remam na mesma direção. Não inventemos rota diferente daquela estabelecida pela 9ª ADP. É preciso ter a coragem de “parar de dar voltas ao redor de si mesmo” como se eu fosse o centro da comunidade ou da Diocese. A solidariedade entre nós, de uns para com os outros, seja a porta de entrada para um encontro transformador com Jesus Cristo, o Solidário por excelência.

Uma Igreja em estado permanente de missão depende de “discípulos missionários” engajados, apaixonados por Cristo e pelo Evangelho

Não tenhamos medo de ter coragem. Joguemo-nos mar adentro, lancemos as redes em águas mais profundas, assumamos uma pastoral realmente missionária.

Passemos para a outra margem, isto é, entremos com Cristo na barca das urgências pastorais e Dele aprendamos a lição da fé necessária para o nosso missionário caminhar…

A partir de Cristo, com Ele na barca da Igreja, não há que temer as forças do mal. Tempestades e perseguições fazem parte do projeto missionário.

Maria Santíssima, Aurora da Nova Evangelização, foi quem melhor acolheu e viveu o Evangelho. Ela é o modelo de toda e qualquer ação evangelizadora para a Igreja e para nossa Diocese.

Por Dom Nelson Westrupp, scj, Bispo Diocesano de Santo André

 

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