Comissões Episcopais Pastorais

Atuação pastoral do Regional é apresentada em reunião on-line

A atuação do Regional Sul 1 junto à Pastoral Familiar, Juventude, Mulher Marginalizada e Povo de rua foi apresentada em reunião remota na manhã desta quinta-feira (15).

Os agentes das Pastorais e Organismos estiveram reunidos nesta quinta-feira (15) para mais um encontro remoto. Ficou muito claro, que mesmo com o isolamento social causada por conta da pandemia de Covid-19, as ações sociais do Regional Sul 1 não pararam nenhum dia.

O encontro foi conduzido pelo secretário executivo da entidade, Padre Walter Merlugo Júnior, com a participação remota dos demais representantes das Pastorais Sociais e Organismos vinculados ao Regional.

A primeira apresentação, teve enfoque na atuação da Pastoral Familiar, apresentada pelo casal João Luiz e Dulcinéa (Néia) da Sub-Região Botucatu.

A Pastoral Familiar foi criada com o objetivo de congregar todas as pastorais, movimentos e grupos que trabalham com e pelas famílias.

A Pastoral Familiar está dividida em três setores para poder acompanhar a família integralmente: Pré-Matrimonial; Pós- Matrimonial e Casos Especiais.

Segundo eles, todos os que querem defender a família podem trabalhar na Pastoral Familiar e não apenas os casais.

A segunda Pastoral a ser apresentada foi a evangelização da Juventude. O coordenador estadual Pe. Reginaldo Martins falou sobre o Setor Juventude.

Pe. Reginaldo explicou detalhamento a instância de articulação do Setor Juventude do Regional que tem como Bispo Referencial, Dom Emidio Vilar, alguns eventos, metas e prioridades em comum com todas as expressões de juventude nas Dioceses e trabalhar na unidade.

Finalizando, o membro da Pastoral da Juventude (PJ) Robson Oliveira evidenciou que PJ ajuda a construir a nível nacional a organização do  Grito dos Excluídos e Excluídas, e também no Subsídio da 6º Semana social Brasileira (SSB). A maioria das pessoas que estão nas pastorais sociais vieram da PJ, e também  faz parte da formação integral dos e das jovens, eles estão inseridos sobretudo nos movimentos sociais, e pautando a vida da juventude em outras organizações.

Em seguida, foi a vez da Pastoral da Mulher Marginalizada (PMM) a ser apresentada. A pastoral possui como missão, Ser presença solidária, profética e evangélica junto à Mulher em situação de  prostituição, construindo relações humanas e humanizadoras.

A coordenadora do Secretariado Nacional da Pastoral da Mulher Marginalizada, Fabrícia Paes explicou como tem sido feito o trabalho desta Pastoral no Estado de São Paulo e que já está presente  nas arquidioceses de São Paulo, Campinas e nas dioceses de Limeira, Barretos e Santos (São Sebastião)

A PMM procura ser presença solidária junto as mulheres em situação de prostituição visitando-as nas suas diversas realidades e promovendo ao lado delas rodas de conversa, palestras, oficinas de geração de renda para que assumam seu protagonismo.

Como também, promove junto as crianças e adolescentes palestras de prevenção contra ao abuso e exploração sexual infanto juvenil, nas escolas.

A ação pastoral centra-se no sujeito da sua missão: as mulheres, jovens e adolescentes em situação ou em risco de prostituição e/ou exploração sexual, relatou Fabrícia, ressaltando que existem diversos desafios para cumprir seus objetivos, “Acompanhar as mulheres na construção de novas relações consigo mesma, com o outro, com a natureza e com Deus para que tenham ‘vida em plenitude’. (Jo 10,10).

Depois, foi a vez da Pastoral do Povo de Rua. Pe. Paulo Leandro da Silva, Ana Maria da Silva Alexandre e Darcy da Silva Costa apresentaram.

Em sua fala, Pe. Reginaldo sublinharam que as primeiras atividades da Pastoral do Povo da Rua ocorreram nos anos 70, com o apoio de dom Paulo Evaristo Arns, a época, arcebispo de São Paulo.

Em 2004 houve o “Massacre da Sé”. Nas rodas de conversa da Casa de Oração, nasceu o “Movimento Nacional da População de Rua”

Hoje, a Pastoral do Povo de Rua, ao longo desses 30 anos muitos outros grupos de  pastoral de rua nasceram nas diversas regiões de São Paulo capital e grande São Paulo. “E desde alguns anos, temos uma  reunião mensal para refletirmos nossas ações pastorais a luz do Evangelho de Jesus.São encontros de formação pastoral com padre Júlio Lancellotti, mas também são momentos de partilha e colaboração de todos para um trabalho pastoral de conjunto.Este  trabalho pastoral em conjunto reúne os diferentes grupos que atuam junto aos irmãos em situação de rua e também outras pastorais sociais, entidades, movimentos e sociedade civil”, ressaltaram representantes  da pastoral.

Ficou muito claro, que mesmo com o isolamento social causada por conta da pandemia de Covid-19, as ações sociais do Regional Sul 1 não pararam nenhum dia.

A atuação das Pastorais recebeu também elogios dos agentes, que salientaram enquanto Igreja temos que se unir para prevenir: a prostituição, o uso das drogas, o descaso na saúde, na educação, no mundo do trabalho, entender melhor como atuar politicamente para o bem comum, garantia de direitos, participação ativa em todos os Conselhos de direito. A promoção integral da vida precisa de uma Igreja em Comunhão.

Na ocasião, os agentes fizeram questionamentos que foram acolhidas pela equipe. Padre Walter também sublinhou que “este encontro também serviu para fortalecer a Pastoral de Conjunto, conversão integral. Caminhar juntos comunhão, sindodalidade e participação”.

 

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