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Agentes da Pastoral do Menor dos Regionais da CNBB do Sudeste estiveram reunidos em São Paulo

Como viver os novos tempos sem perder nossa Identidade e nossa Mística? Para responder a esse desafio, 110 Agentes da Pastoral do Menor dos Regionais Sul 1 (São Paulo), Leste 1 (Rio de Janeiro) e Leste 2 (Minas Geras e Espírito Santo) estiveram reunidos nos dias 25, 26 e 27 e setembro, no Centro de Formação Sagrada Família, em São Paulo, representando 29 dioceses dos quatro estados.

Abrindo os trabalhos, fez-se o resgate da história, perpassando os momentos dramáticos – violência contra crianças e adolescentes – que há trinta e oito anos conclamaram uma ação profética da Igreja. Sob a liderança de Dom Luciano Mendes de Almeida e de Ruth Pistori teve início a caminhada em defesa dos direitos de crianças e adolescentes, a que logo se juntariam Ir. Maria do Rosário, Pe. Júlio Lancelotti e muitos outros. Conduzidos por Marilda Lima, pedagoga, que ainda adolescente iniciava sua caminhada na Pastoral do Menor, os participantes fizeram memória de fatos e pessoas que marcaram essa história, e refletiram sobre a relevância da ação até o momento – com grandes conquistas, como as Políticas Públicas, que agora ameaçam nossa Identidade e nossa Mística, submetendo a ação Pastoral aos ditames de convênios e programas. Como direcionar nossa ação?

Para ajudar nessa reflexão, Aguinaldo Lima, diretor tesoureiro da Cáritas Brasileira, discorreu sobre o reordenamento jurídico do país e sua intervenção na realidade, abordando sumariamente as principais leis e regulamentações que culminaram na era dos Convênios. Na sequência, a discussão foi enriquecida por novas considerações, desta vez de André Franzini, Coordenador Nacional da Pastoral do Menor: Como ser Pastoral do Menor no atual Cenário Político? e de Mons. Antonio Luiz Catelan Ferreira, assessor da Comissão para a Doutrina da Fé da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), e recém-nomeado pelo Papa Francisco como membro para a Comissão Teológica Internacional – Doutrina da Fé, no Vaticano, refletindo sobre Como ser Pastoral do Menor neste novo caminhar Eclesial proposto pelo Papa Francisco?

No domingo, iluminados pela liturgia da manhã, que apresentou as primeiras respostas aos questionamentos da véspera, quatro grupos de estudo encaminharam constatações, indagações e desafios da ação hoje, que nortearão o aprofundamento do tema em dois encontros já agendados, para 2016, visando nossa Assembléia Nacional que ocorrerá em 2017.

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Textos e Imagens gentilmente cedidos pela Pastoral do Menor

 

 

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