À oração em memória daqueles que morreram nas duas guerras mundiais, associamos também os muitos – demasiados – civis, vítimas indefesas das guerras que infelizmente ainda mancham nosso planeta com sangue, como no Oriente Médio e na Ucrânia.
O Papa: a ira é um pecado desenfreado, destrói as relações humanas
Notícias dramáticas que chegam nestas horas dos dois territórios em guerra: mais de dez civis mortos durante um bombardeio em uma casa em Deir al-Balah, no centro da Faixa de Gaza; ataques de drones, casas destruídas, civis feridos e mortos, em Karkhiv, Bakhmut e outros territórios ucranianos.
Que o “grito de dor” das vítimas, espera o Papa, “toque os corações dos responsáveis pelas nações e suscite projetos de paz”. Pronunciando algumas palavras fora do texto previamente preparado, uma constatação amarga dos limites da desumanidade que a guerra sistematicamente rompe.
Quando se lêem histórias destes dias, na guerra, há tanta crueldade, tanta… Peçamos ao Senhor a paz que é sempre mansa, não cruel.
A recordação de Dom Bosco
Antes de conclui sua saudação aos de língua italiana, o Papa recordou hoje, 31 de janeiro, a memória litúrgica de Dom Bosco, sacerdote fundador dos salesianos, modelo de educação, cuidado e acolhimento dos jovens:
Invoco sobre vós a proteção de São João Bosco que hoje a Igreja recorda, a fim de que torne fecunda a vocação de cada um na Igreja e no mundo.
Fonte: Vatican News