Assessor da CNBB refletiu sobre os caminhos de recepção das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil durante a 88ª Assembleia Regional dos Bispos.
“A incidência das Diretrizes da Ação Evangelizadora nas Igrejas Locais: caminhos de recepção, desafios e conversão pastoral” foi o primeiro tema que o Pe. Jean Poul Hansen, secretário executivo de campanhas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), desenvolveu hoje, dia 10, durante a 88ª edição da Assembleia Regional dos Bispos.
A perspectiva histórica da ação pastoral da CNBB, a importância de conhecer o texto das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil 2026-2032 (DGAE) e os desafios sociais, como o individualismo contemporâneo, foram trabalhados pelo Pe. Jean Poul a fim de ajudar o episcopado paulista e os padres coordenadores de pastoral na recepção das DGAE nas assembleias e nos planos de cada arquidiocese e diocese paulista.
Sinodalidade e missionariedade
Sobre a “Sinodalidade e missionariedade na aplicação das Diretrizes da Ação Evangelizadora”, o secretário executivo de campanhas, que integrou a equipe de redação do documento, disse que “na perspectiva da sinodalidade, as Diretrizes são frutos de um processo sinodal” ao afirmar que as DGAE “devem ser aplicadas num processo também sinodal!”.
No que tange à missão, Pe. Jean ponderou que “evangelização e missionariedade são sinônimos” e que permeiam todo o espírito das DGAE.
Divididos em sub-regiões pastorais, a saber, Aparecida, Botucatu, Campinas, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, São Paulo e Sorocaba, os bispos e coordenadores de pastoral também conversaram sobre o processo de recepção nas realidades locais e levaram as reflexões à plenária.









