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Pastoral Operária lamenta morte de Waldemar Rossi

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Em nota, a Pastoral Operária, ligada à Comissão para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), expressou pesar pelo falecimento do metalúrgico Waldemar Rossi. Confira a íntegra da nota:

Waldemar Rossi: presente!

Vidas que se acabam a sorrir
Luzes que se apagam, nada mais
É sonhar em vão tentar aos outros iludir
Se o que se foi pra nós
Não voltará jamais
Para que chorar o que passou
Lamentar perdidas ilusões
Se o ideal que sempre nos acalentou
Renascerá em outros corações
(Charles Chaplin)

Aos 82 anos de vida, com uma vida toda de militância na causa operária, ajudou a estruturar a Pastoral Operária do Brasil. Com mais de 60 anos de militância na oposição metalúrgica em São Paulo, enfrentou a ditadura militar, foi preso, torturado, mas manteve firme a sua opção política e cristã.
Waldemar viveu sua páscoa definitiva no dia de ontem. Com muita lucidez, viveu intensamente a sua vida até o final.
Seu corpo está sendo velado no sindicato dos metroviários, das 7h às 12h, depois seguirá para a Catedral da Sé para missa às 14h. Em seguida às 16h será para o crematório da Vila Alpina.
Nossa solidariedade a toda a sua família, sua esposa e filhos. Nossa solidariedade a toda a Pastoral Operária do Brasil, que vive esse momento de despedida, mas de certeza que seu legado será inesquecível.
No encontro nacional dos 45 anos da PO, em Varginha-MG, Rossi recitou o poema/musica “luzes de ribalta”, do Charles Chaplin, nos orientando a “olhar para frente”.
Companheiro Rossi, você continuará presente!


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