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Pastorais Sociais celebram Jornada da Caridade Diocesana

DSC08210_reduzidaPromovida pelo Fórum das Pastorais Sociais da Diocese de Jundiaí, foi celebrada neste sábado, 22 de junho, das 8h as 12, a Jornada Diocesana da Caridade do Ano da Fé, reunindo cerca de 800 agentes de Pastorais e Organismos Sociais da Diocese. A Jornada aconteceu no Salão Paroquial da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, do Bairro Colônia de Jundiaí. Contou com a presença de Dom Vicente Costa, bispo diocesano; padre Geraldo da Cruz Bicudo de Almeida, coordenador diocesano da Ação Evangelizadora; padre Carlos José Virillo, coordenador das Jornadas do Ano da Fé, presbíteros, diáconos permanentes, religiosas e seminaristas.

A Jornada da Caridade teve como assessor padre Manoel José de Godoy, Mestre em práxis cristã, Professor e Diretor Executivo do ISTA – Instituto Santo Tomás de Aquino de Belo Horizonte/MG, que falou sobre a Fé e a prática da Caridade. “A vida em sociedade é uma necessidade da pessoa humana: nenhuma pessoa é uma ilha. Dentre as necessidades humanas, nos deparamos com a sede de Deus. Isso vai além das necessidades materiais”, falou padre Manoel.

Falando sobre a fé na realidade social, disse o assessor: “Na empreitada da construção da realidade social, a fé tem um papel muito importante. A fé é a certeza daquilo que ainda se espera, a demonstração de realidades que não se veem. É preciso passar da fé em Jesus para a fé de Jesus: adotar na vida a práxis concreta de Jesus”.

 Com relação à opção preferencial pelos pobres, afirmou padre Manoel: “Os pobres são aqueles que mostram de maneira mais crua, mais real, a face de Cristo. Fazer Pastoral Social, trabalhar a Dimensão Social da Igreja não é romantismo, é difícil. Às vezes nos sentimos impotentes em não poder resolver situações que provoquem mudanças de vida. O importante é não desistir”.

O assessor fez várias citações dos papas João Paulo II, Bento XVI e Francisco, relacionadas à opção preferencial pelos pobres, o serviço da Caridade e a Doutrina Social da Igreja. Respondeu, no final da palestra algumas perguntas de agentes de pastoral da assembleia. Encerrou com as seguintes afirmações: “A oração do Pai nosso nos ajuda a perceber a dimensão social da fé: Pai e pão nossos são duas grandezas que vêm juntas. Tem muita gente abandonada e excluída nas ruas porque tem muita gente que não sai da sacristia”.

Dom Vicente presidiu a Celebração da Palavra de encerramento da Jornada, auxiliado pelo padre Geraldo e pelo diácono Carlos Alberto Panizza, assessor da Pastoral das Pessoas com Deficiências. “A Igreja deve ter a prática de Jesus, que sempre teve compaixão pelos que sofrem. Queremos e devemos ter uma Igreja da Compaixão, da Misericórdia, uma Igreja Samaritana”, disse o bispo. “É função das Pastorais Sociais mostrar a face da Igreja samaritana. As Pastorais Sociais mostram o conjunto de ações da Igreja que vive e pratica a Fé com obras”, completou dom Vicente.

O assessor da Cáritas Diocesana padre Flávio Lima da Silva, SDS, vigário paroquial da paróquia Nossa Senhora de Lourdes, de Várzea Paulista, fez os agradecimentos e encerramento da Jornada Diocesana da Caridade.

De Jundiaí, Diácono José Carlos Pascoal 

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