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Dom Luiz abre Porta do Jubileu da Misericórdia no Mosteiro das Clarissas

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(Foto: Érica Montilha/Pascom diocesana)

No dia dedicado a Santa Clara, fundadora do ramo feminino da Ordem Franciscana, o bispo diocesano instituiu a Porta Santa no mosteiro das religiosas em Marília. “É o momento que Nosso Senhor olha para a nossa miséria e nos perdoa”, ressaltou a abadessa, irmã Francis Maris da Imaculada, ao falar da oportunidade concedida às monjas.

Na memória de Santa Clara, celebrada por toda a Igreja na quinta-feira, dia 11 de agosto, o bispo diocesano de Marília, dom Luiz Antonio Cipolini (foto), abriu a Porta da Santa no Mosteiro Maria Imaculada por ocasião do Jubileu Extraordinário da Misericórdia.

Durante a missa no único mosteiro da cidade de Marília, onde vivem as Irmãs Clarissas, da Ordem de Santa Clara, Dom Luiz ressaltou o desejo do Papa Francisco de todos os cristãos refletirem sobre as obras de misericórdia corporais e espirituais. Citando-as, o bispo diocesano lembrou que elas constituem a maneira de acordar as consciências, muitas vezes adormecidas, perante o drama da pobreza.

“Se quisermos experimentar a misericórdia de Deus nosso Pai, se quisermos sentir a alegria que vem de Deus, sejamos praticantes das obras de misericórdia; quem as coloca em prática é feliz”, disse.

A abadessa, irmã Francis Maris da Imaculada, responsável pelo mosteiro, expressou a alegria das 16 religiosas enclausuradas em celebrar o perdão de Deus com a passagem pela Porta da Misericórdia. “Ficamos muito felizes pela oportunidade. É o momento que Nosso Senhor olha para a nossa miséria e nos perdoa”, afirmou a religiosa.

Ao falar da vida de Clara, santa que criou a Regra da Ordem que leva seu nome e inspira a vida de monjas reclusas no mundo inteiro, o bispo lembrou que as renúncias, realizadas ainda na juventude, foram feitas para que ela seguisse o caminho apontado por São Francisco de Assis, homem que marcou o século XIII com sua pobreza e alegria no seguimento de Cristo.

“Santa Clara deixou tudo que ela tinha para seguir este caminho que é o próprio Cristo, por isso ela entrou nesta videira que é a vida religiosa”, explicou dom Luiz.

Colaboração de Pascom diocesana.

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