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Casal da Diocese de Bauru participa do Fórum internacinal Amoris Laetitita e conta experiência 

Carlos e Andréa Vianna da diocese de Bauru, São Paulo, com os filhos Lucas e Laura

Na última sexta-feira, dia 11, e terceiro dia de fórum internacional on-line com representantes de 70 países sobre a aplicação da Amoris laetitia do Papa Francisco, o testemunho de Carlos e Andréa Vianna, da diocese de Bauru (SP), ajudou a compreender como traduzir concretamente um percurso de acompanhamento espiritual dos casais nas paróquias. Eles fazem parte do ECC, o Encontro de Casais com Cristo do Brasil, um serviço da Igreja para evangelizar as famílias e envolver pastoralmente os casais nas paróquias, criado há 50 anos pelo Pe. Alfonso Pastore (1932-2000), gaúcho de Soledade, que hoje está presente em cerca de 98% das dioceses do país registrando o envolvimento de quase 3 milhões e meio de casais. 

O fórum internacional que refletiu sobre a aplicação da exortação apostólica Amoris laetitia chegou ao terceiro dia de encontro on-line para falar sobre a espiritualidade conjugal e contar, inclusive, com a presença de um casal brasileiro, direto de Bauru, interior de São Paulo. Junto às experiências compartilhadas por outros representantes da Itália, França e Colômbia, nesta sexta-feira (11) Carlos e Andréa Vianna levaram ao conhecimento das pastorais familiares do âmbito de 70 Conferências Episcopais do mundo a realidade vivida através do ECC, o Encontro de Casais com Cristo do Brasil, um serviço-escola da Igreja católica para evangelizar as famílias e envolvê-las como sujeitos ativos do trabalho pastoral. Foi criado há 50 anos pelo Pe. Alfonso Pastore (1932-2000), gaúcho de Soledade, em proposta aprovada por então arcebispo de São Paulo, dom Paulo Evaristo Arns. 

Carlos e Andréa deram o seu testemunho no terceiro dia de fórum internacional

Carlos e Andréa, que pertencem à diocese de Bauru, estão casados há 29 anos e têm dois filhos: Lucas e Laura. Com uma vasta experiência dentro da organização, inclusive já tendo desempenhado o papel de responsáveis pelo serviço na região de São Paulo, foram convidados a representar o Brasil no fórum internacional on-line. O casal ajudou a compreender como traduzir concretamente um percurso de acompanhamento espiritual dos esposos nas paróquias e realidades eclesiais. 

A atuação do ECC nas paróquias – O ECC nasceu no Brasil, em 1970, e hoje está presente em 264 dioceses, “o que pode representar cerca de 98% de presença no país”, conta Andréa. Apesar de ter um caráter nacional, a organização presta serviço diretamente nessas paróquias, engajando localmente, sobretudo porque “muitas vezes apenas o homem ou a mulher participam da Igreja, ou ainda casais que participam apenas das missas, mas sem envolvimento com a paróquia”. Nesse longo período de atividades, quase 3 milhões e meio de casais já vivenciaram o serviço constituindo, assim, um “instrumento importante da pastoral familiar, porque são casais evangelizando outros casais”.  

Andréa compartilha com o Vatican News que o serviço funciona num percurso de três etapas, formando os casais à espiritualidade conjugal e ao estudo do Magistério, fundamentadas em cinco pontos básicos: pobreza, oração, doação, alegria e simplicidade, junto aos valores da fraternidade e da gratuidade. Num primeiro momento, é motivado o despertar dos casais, principalmente dos mais afastados da Igreja. O ECC se apresenta, assim, como um serviço da Igreja para vivenciar esse encontro de casais com Cristo e, a partir daí, percorrer uma vida paroquial, “já que os casais começam a trazer os próprios pais e também os filhos”. 

A iniciativa já se estendeu para fora do Brasil, com a implementação recente, por exemplo, do ECC no Canadá, em 2018. São 50 anos atividades no Brasil e no exterior para ajudar na evangelização, transformando os participantes inclusive em agentes de pastoral familiar. 

Fonte: Vatican News.

 

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