Comissões Episcopais Pastorais

Cardeal Raymundo Damasceno encontra-se com agentes da Pastoral Carcerária

Reunião em Aparecida 2A Pastoral Carcerária do Regional Sul 1 da CNBB, esteve na Arquidiocese de Aparecida e se encontrou com o cardeal Raymundo Damasceno Assis e com o clero arquidiocesano. Na visita, a Pastoral fez uma apresentação da situação carcerária na Arquidiocese de Aparecida, além de pedir o apoio do cardeal Damasceno Assis; do bispo auxiliar de Aparecida, dom Darci José Nicioli; dos padres e dos religiosos presentes.

Segundo o coordenador estadual da Pastoral Carcerária, Deyvid Livrini, “na Arquidiocese de Aparecida existem duas penitenciárias, Potim I e II, superlotadas – como ocorre na maioria do estado- e diversas cadeias públicas. A PCr estava paralisada. Daí o convite do cardeal Damasceno Assis para animar o trabalho ”, conta.

Além do coordenador estadual da PCr, Deyvid Livrini, estiveram presentes no encontro o coordenador da PCr da Sub-região Aparecida,  José Aparecido Dinallo e o coordenador Arquidiocesano de Aparecida, padre José Ferreira da Silva.

No encontro que aconteceu no dia 9 de outubro nas dependências do Seminário Bom Jesus, em Aparecida (SP), o Cardeal enfatizou o apoio do trabalho da Pastoral Carcerária e convidou todo o seu clero a participar dessa pastoral tão desafiadora. Ele mesmo se disponibilizou de estar celebrando nos cárceres na medida do possível.

Realizado Encontro Estadual da Pastoral Carcerária

No dia 9 de novembro, aconteceu no Centro Pastoral São José do Belém, em São Paulo (SP), o Encontro Estadual da Pastoral Carcerária do Regional Sul 1 da CNBB. O evento promoveu a troca de experiências e discutiu a situação da atuação, da Igreja, atuando dentro dos presídios.

O bispo de Catanduva (SP) e responsável pela Pastoral Carcerária no Regional, dom Otacílio Luziano da Silva, participou do evento.

O encontro recebeu também a visita do secretário geral do Regional, Dom Tarcísio Scaramussa, que trouxe uma palavra de incentivo aos agentes participantes.

Além dos bispos, estiveram no encontro 80 pessoas da PCr de todas as Dioceses do Estado de São Paulo, entre padres, irmãs e leigos.  Além de membros da Coordenação Estadual e do escritório da PCr-SP

O animador do encontro foi o coordenador Estadual da Pastoral Carcerária de São Paulo/CNBB-SUL1, Deyvid Livrini.

Em entrevista dada ao Regional nesta sexta-feira (14), Deyvid avaliou o trabalho da Pastoral Carcerária nas dioceses do Regional, “o trabalho da PCr no estado, é positivo. Temos cerca de 900 agentes cadastrados e presença em 36 Dioceses. Voluntários dedicados. Obviamente, por contarmos com uma população prisional de 200.000 presos, um terço dos presos do país, a demanda é pesada. Na Arquidiocese de São Paulo temos 120 agentes cadastrados que se dividem em visitas nos CDPs e Penitenciárias.”, disse Deyvid, por e-mail, ao Regional.

Entre as reflexões do encontro percebeu-se o aumento do número de pessoas presas no Brasil, cerca de 600.000. Só no estado de São Paulo são cerca de 200.000. Outra questão refere-se como a Pastoral Carcerária deve se posicionar diante desse quadro assustador.

Cada Sub-Região Pastoral (Aparecida, Botucatu, Campinas, São Paulo I e II; Ribeirão Preto I e II e Sorocaba) expôs sua realidade e foi feira uma análise do ano com todos os participantes.

Coordenadores participantes
Coordenadores participantes lotaram o auditório do Centro de Pastoral
Dom Otacílio e equipe organizadora
Dom Otacílio à frente das ações sociais da Pastoral Carcerária, junto com equipe organizadora

Pastoral Carcerária – A Pastoral Carcerária é ligada a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), vinculada à Comissão Episcopal para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz que trabalha para levar o Evangelho de Jesus Cristo às pessoas privadas de liberdade e zelar para que os direitos humanos e dignidade humana sejam garantidos no sistema prisional. Através da ação de voluntários, a Pastoral Carcerária realiza visita a todas as dependências prisionais: celas em geral, inclusão, celas de castigo, seguro, enfermaria. Diálogo com a sociedade a fim de promover uma consciência coletiva comprometida com a vida e a dignidade da pessoa humana. Participação em debates e de matérias na imprensa; Apoio jurídico e social às famílias de presos e presas; Acompanhamento de denúncias de violação de direitos humanos; entre muitas outras ações executadas pela Pastoral.

 

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