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Presidente do Regional Sul 1 recebe representantes da Comissão Arns de Direitos Humanos

O bispo diocesano de Mogi das Cruzes (SP) e presidente da entidade, Dom Pedro Luiz Stringhini recebeu na manhã desta terça-feira, 02 de julho, representantes da Comissão Arns de Direitos Humanos. Também participaram da reunião Pastorais Sociais e Organismos da Comissão Pastoral para a Ação Social Transformadora do Regional Sul 1 da CNBB, entre outras.

A mesa teve a presença do presidente do Regional Sul 1 da CNBB, Dom Pedro Luiz Stringhini; do Presidente da Comissão Justiça e Paz, Antonio Funari Filho; fundadores da Comissão Arns, doutor Paulo Vanuchi e André Singer e demais membros, o doutor José Carlos Dias; Manuela Carneiro da Cunha e Maria H. Tavares.

O presidente do Regional Sul 1 definiu o encontro com os representantes da Comissão Arns como um grande momento. “Tivemos uma presença bastante significativa de nossas Pastorais Sociais, onde todos puderam dialogar e saímos amplamente satisfeitos, e claro que esta articulação deve continuar”.

Na visão de André Singer, membro fundador da Comissão Arns, o encontro atingiu os objetivos iniciais. “Foi uma reunião excepcional; os presentes – comissão e pastorais – puderam opinar, no sentido de uma troca de experiência, visando em torno de como rearticular as entidades que estão buscando a defesa dos direitos humanos”, comentou.

Representantes das Pastorais Sociais e Organismos da Comissão Pastoral para a Ação Social Transformadora do Regional Sul 1 da CNBB, que participaram da Reunião com a Presidência da entidade e Comissão Arns lançaram um apelo, na defesa dos direitos humanos

Durante a reunião, foram colocadas três propostas, a primeira proposta: lançamento público da Mesa Nacional de Diálogo contra a Violência, em Brasília (DF), Uma segunda proposta será o Dia Nacional contra a violência na semana da Pátria.  Na terceira e última proposta um dia regionalizado contra a Violência em torno de 02 de novembro.

A Comissão Arns voltará a se reunir no próximo dia 10 de julho, às 15h, na Avenida Paulista, 2073, 19º andar, São Paulo, para aprofundar o debate sobre quem deverá ser chamado para construir a Mesa de Diálogo e definir em conjunto um calendário de atividades.

Sobre a Comissão Arns  –  Com apoio de 20 personalidades do mundo político, juristas, acadêmicos, intelectuais, jornalistas e militantes sociais de distintas gerações, a comissão atua na defesa dos direitos humanos.

O objetivo da comissão é dar visibilidade e acolhimento institucional a graves violações da integridade física, da liberdade e da dignidade humana, especialmente as cometidas por agentes do Estado contra pessoas e populações discriminadas, como negros, indígenas, quilombolas, mulheres, jovens, comunidades urbanas ou rurais em situação de extrema pobreza.

Em seu nome, a Comissão destaca a figura de Cardeal Dom Paulo Evaristo Arns (1921-2016), Arcebispo Emérito de São Paulo. Em 1972, Dom Paulo criou a Comissão Justiça e Paz de São Paulo, uma porta aberta no acolhimento das vítimas da repressão política e policial no país. Ao homenageá-lo, a Comissão reconhece esse exemplo de resistência, resiliência e, sobretudo, de esperança para os brasileiros em tempos difíceis.

 

 

 

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